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28 março, 2011

Story, part2

Estavamos mais próximos do que nunca, já podia sentir o calor. Os nossos lábios quase se tocaram e derepente...
-EI! VOCES NÃO PODEM TAR AQUI! - ouviu-se numa voz distante. Abri os olhos e levantamo-nos rapidamente. Uma figura ao longe começou a apróximar-se com uma lanterna na mão que apontava directamente para os nossos olhos, enquanto nós ficamos de pé á espera de perceber o que se estava passar.
Quando estava a metros de distancia rapidamente percebemos que se tratava de um policia. Grande sorte mesmo.
- O que é que voces estam aqui a fazer a esta hora? - trocamos um olhar e o Dylan respondeu logo
- Estavamos a vir de uma festa e o pneu do meu carro furou-se. Então como está muito escuro para ir a pé pra casa tivemos que ficar aqui.
- Voces moram muito longe daqui? - disse ele com um olhar de desconfiado, olhando para mim que disfarçadamente olhava para o Dylan.
- Uns 30 minutos, mais ou menos. - respondi
- Entrem no meu carro, eu levo-vos até casa. E quanto ao carro, eu vou chamar um reboque e pago, não te preocupes rapaz. Amanha de manha tens o teu carro á porta de casa. - disse o policia e virou costas. Nós seguimo-lo e entramos os dois no carro.
Indicamos onde era a nossa casa e durante esse tempo cada um ficou na sua ponta, de vez em quando trocavamos olhares mas nada mais. Claro que fingimos ser irmãos e viver na mesma casa, a minha mãe nem podia sonhar que tinha saído sem ela saber.
Quando chegamos a casa dele o polícia nem falou com os país dele e foi-se logo embora. Ficamos durante uns segundos parados no passeio a olhar para o chão um ao lado do outro.
- Eu levo-te a casa. Não vais sosinha a estas horas... - disse ele muito baixo, levantando a cabeça e olhando para mim.
- Não é preciso! Vai antes levar a tua amiguinha Daisy. - levantei a cabeça e comecei a andar. No inicio pensei que ele, depois do que eu tinha dito ia ignorar e entrar em casa deixando-me sosinha na rua. Mas inesperadamente senti agarrar-me pela mão. Senti um arrepio passar-me pelas costas e senti o meu corção parar; virei-me lentamente. Sem esperar qualquer gesto dele ele abraçou-me. Abraçou-me como nunca o tinha feito, abraçou-me como se nunca mais me fosse largar. Ficamos assim durante um bom tempo.
- Anda embora, já é muito tarde e amanha temos aulas. - com isto o ambiente desapareceu, mas ele estava certo.
Caminhamos lado a lado até minha casa e quando era pra nos despedirmos ficamos a olhar um para o outro sem saber o que dizer.
- Bem... Já são 6:20h, vamos dormir cerca de 40 minutos. É melhor que nada. - começou a rir-se, sinceramente não evitei um sorriso forçado, ainda estava a tentar perceber tudo o que se tinha passado e o que significava. Ele percebeu que algo se passava e logo o seu riso se tornou num ar sério. - Até amanha, então.
- Até ama... - não me deixou acabar a frase e beijou-me espontaneamente. Parecia que o meu coração ia sair-me pelo peito. Apetecia-me explodir de alegria!
Apenas sorrimos um para o outro e cada um foi pra seu lado. Quando me estava a deitar recebi um sms. Era do Dylan! Apressadamente peguei no tele mas depois bloqueei. Não sabia se abrir ou simplemente ignorar, tinha medo do que podia dizer.
O que será que ele escreveu?

27 março, 2011

Story, part1



Comecei a ouvir passos a subirem a escada então fechei rapidamente o pc e mandei-me para dentro dos lençois e nesse mesmo instante abriu-se a porta. Aparece quem? A minha mãe óbvio. Chamou por mim e eu fingi que estava a dormir, e no mesmo momento em que ela ia a fechar a porta alguma criatura teve a infeliz ideia de falar comigo no msn. E alguém com a minha sorte, só podia nao ter o pc sem som! A minha mãe só disse "Lilian, ficas de castigo este fim de semana, já viste bem as horas?! amanha tens aulas!". Claro que eu não podia ficar calada e no fim de tudo ao menos fiquei com o telemóvel, o meu bem mais precioso!
Quando ela foi para o seu quarto recebi um sms do Dylan a dizer "Li, hoje queres sair? Vai haver uma festa brutal perto da praia! Anda lá, por mim (: ". Quando vi aquilo não hesitei e respondi logo que sim, ainda por cima com ele! Até pensei que estava a sonhar. Levantei-me e fui logo procurar roupa, aquilo parecia uma banca das feiras! Claro que acabei por encontrar uma roupa sexy pra usar. Fui a correr maquilhar-me e quando me estava a calsar recebi um sms a dizer "Estou cá fora no carro preto á tua espera. Até já".
Como estava de castigo tinha que sair sem a minha mae ver. Decidi sair pela janela, visto que nao era muito alto. Claro que depois o Dylan gozou com a minha figura mas até foi fácil.
Quando chegamos na festa aquilo estava demais, e encontramos logo o pessoal todo. Claro que depois de umas horas tivemos que vir embora. Comigo por perto há sempre confusão. Sim, é isso que tão a pensar. Eu arranjei problemas como sempre. Uma rapariga qualquer chamada Daisy estava a atirar-se a ele então eu meti-me no meio e eu e ela acabamos as duas á pancada em cima das bebidas que estavam no balcão, e como é obvio fomos expulsos da festa.
Eu e o Dylan fomos os dois passear pela praia, já que ele tinha carro e ainda era "cedo".
Estavamos os dois a andar pela a areia, a olhar para o céu e calados. De repente ele parou e o meu coração disparou. Sinceramente não sei porque isso me aconteceu.
- Porque fizeste aquilo? - disse ele muito rapidamente como se as palavras lhe tivesses escapado.
- Aquilo o quê? - e olhei para ele, que olhava fixamente o céu.
- Na festa. A Daisy só queria conversar, até a achei simpática. Tavas com ciúmes? Tu sabes que és mais importante, ainda por cima nem a conhecia!
- O quê? Só podes tar a gozar comigo! Ela estava literalmente a atirar-se pra cima de ti! És cego ou quê?! - ele olhou pra mim com um olhar vazio, e nesse momento senti-me gelar e arrependi-me do que tinha dito.
- Lá estás tu a dramatizar... - e começou a caminhar. Deixei-o afastar-se mas depois corri até ele, agarrei-o pelo braço e ele parou. Larguei-o logo e ele virou-se para trás. Ficamos a poucos centimetros um do outro, podia sentir a sua respiração; nesse momento tudo parou. Nem sei que me deu!
- Tens ciumes?
- Andas a sonhar? - disse eu como um ar arrogante. Ele apenas sorriu.
- Vamos para o carro, aqui está frio. - meteu o seu braço em volta do meu pescoço e levou-me até ao carro.
Entramos e ficamos em silencio durante uns momentos. Ele ligou o carro e começou a conduzir. Passado uns 5 longos minutos ele decidiu dirigir-me a palavra.
- Que tens? Não costumas ser tão calada.
- O que achas? Nem conheces a gaijinha e tiveste a defende-la!
- ISSO NÃO É VERDADE! - olhamos um para o outro, e sinceramente odiei o facto de ele ter levantado a voz. Fiquei desiludida com ele. Derepente algo fez com que a nossa atenção fosse desviada para a estrada. Um enorme barulho nos despertou. Ele parou o carro e saiu para ver o que se passava, entrou no carro todo chateado e disse "Fantástico! Isto não podia piorar!"
- Que se passa?! - perguntei toda aflita.
- Um pneu do carro furou-se. Vamos ter que ficar aqui esta noite.
- O quê?! Vou ter que passar a noite contigo? - como se me importasse muito!
- Parece que sim.
Discutimos durante um tempo depois decidimos deitar-nos na praia, cada um no seu lado. Depois de muito tempo os dois magoados com o que tinhamos dito um ao outro ele dignou-se a pedir desculpa!
- Eu não te queria chatear, aserio desculpa.
- Não querias mas chateaste, e muito! - outra vez a minha querida arrogancia!
- Tu tás a tremer... Queres o meu casaco? - até fiquei admirada com a atitude dele, ele nao era muito de ser querido com as pessoas.
- Oh, deixa lá isso. - Nesse momento senti ele encostar-se a mim, e senti o meu corpo aquecer.
- Olha... - fez com que eu me vira-se para ele e ficamos novamente a centimetros de distancia, podia sentir novamente a sua respiração na minha cara, e o meu coração a bater cada vez mais depressa. O que se passa comigo? - Desculpa aquilo, aserio. Fui um estupido contigo. Tu és especial...
- Sou? Como assim? - nesse momento apareceu um sorriso na minha cara sem me dar conta de nada.
- Claro! Queres saber como és especial? - ele deu-me a mão com força e senti um nó na barriga, os seus olhos brilhavam e ele tinha um sorriso nos lábios, tal como eu.
- Diz-me...
- Fecha os olhos e eu digo-te. - e riu-se.
Nem sei onde tava a piada mas involuntáriamente os meus olhos fecharam-se. Senti a mão dele passar-me no rosto e comecei a sentir cada vez mais a sua respiração e já podia sentir o seu coração bater...
O que irá acontecer?